quarta-feira, 26 de maio de 2010

Unicamp quer vida sintética capaz de produzir plásticos


Não é difícil resumir a missão das formas de vida que estão sendo projetadas por Gonçalo Pereira e seus colegas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). O lema é transformar o petróleo em coisa do passado.

"Vocês devem ter queimado uns dez dinossauros só para chegar aqui", brincou Pereira com a equipe de reportagem vinda de São Paulo, referindo-se ao uso de combustíveis fósseis -feitos à base de criaturas mortas há milhões de anos.

A dependência energética em relação à gasolina e ao diesel está levando o planeta para o buraco com a mudança climática, lembra ele, mas há outros usos do petróleo que a civilização do século 21 não consegue dispensar. Plásticos, por exemplo.

A não ser que os velhos micróbios que, por exemplo, já fazem etanol para mover carros aprendam truques novos.

Um dos planos da equipe é "ensinar" micorganismos ou plantas a fabricar a unidade básica do polipropileno, molécula que é a base de embalagens plásticas, peças de automóveis e outros produtos.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Refrigerante diet pode prevenir pedras nos rins

Da Folha.com

Alguns refrigerantes diet podem ter o potencial de prevenir o tipo mais comum de pedra nos rins, segundo uma nova pesquisa.

No estudo, os pesquisadores descobriram que as versões diets de refrigerantes populares com sabor limão -como 7Up, Sunkist e Sprite- continham quantidades relativamente altas de um composto chamado citrato. Ele é conhecido por inibir a formação de cálculos de oxalato de cálcio, a forma mais comum de pedra nos rins.

Os resultados, relatados no "Journal of Urology", sugerem que os refrigerantes podem ser uma arma extra para algumas pessoas propensas à formação do problema.

As pedras nos rins se desenvolvem quando a urina contém mais substâncias de cristal de formação -como o cálcio, o ácido úrico e o composto chamado oxalato- do que pode ser diluído pelo líquido disponível. A maioria dos cálculos renais são à base de cálcio, geralmente em combinação com oxalato.

Uma das razões pela qual certas pessoas são propensas a formar as pedras é que a urina contém relativamente pouco citrato, explicou Brian H. Eisner, urologista do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, e o principal pesquisador do estudo novo.

Por muito tempo, suplementos de citrato de potássio têm sido um tratamento comum para a prevenção de cálculos de oxalato de cálcio e de pedras de ácido úrico.

Níveis de citrato na urina

Ainda não se sabe exatamente quão eficaz é beber limonada para prevenir pedras, mas alguns médicos recomendam aos pacientes, de acordo com Eisner.

O objetivo do estudo, disse ele, foi averiguar se todas as bebidas disponíveis comercialmente tinha um conteúdo similar ao citrato da limonada caseira. Os pesquisadores escolheram o refrigerante diet ao invés do normal, para evitar o açúcar elevado e o teor calórico.

O estudo levantou que os refrigerantes diet sabor limão estudados apresentaram níveis de citrato ligeiramente superiores à limonada caseira. Bebidas à base de cola, por outro lado, tinham pouco ou nada do composto.

Se os refrigerantes podem realmente ajudar a prevenir pedras nos rins ou não ainda é desconhecido. Eisner informou que ele e seus colegas estão conduzindo atualmente um estudo para tentar responder à pergunta.

Por enquanto, o pesquisador disse que não está defendendo que quem sofre de pedra nos rins deve começar a beber refrigerante diet. No entanto, ressaltou que os pacientes são aconselhados a beber de dois a três litros de água ou outros líquidos por dia.

"Se beber esses refrigerantes ajuda as pessoas a alcançar esse objetivo, então isso pode ser uma coisa boa", disse Eisner.

Ele acrescentou que, mesmo em pessoas que não têm, naturalmente, baixos níveis de citrato urinário, quantidades moderadas de refrigerantes diet não são suscetíveis a causar danos, tanto quanto a formação de pedra.

Muitos refrigerantes contêm sódio e cafeína, mas Eisner e seus colegas dizem que, quando se trata de formação de pedra, não há provas de que o sódio e os níveis de cafeína no refrigerante diet apresentem algum risco.

terça-feira, 23 de março de 2010

Liga metálica superelástica pode melhorar edifícios contra terremotos

da Folha Online

Uma liga metálica criada por japoneses bateu o recorde de elasticidade para esse tipo de material, atingindo uma combinação sem precedentes de flexibilidade e resistência.

O novo composto suporta deformações de até 15% em sua estrutura e depois é capaz de retomar à forma original. A invenção pode ganhar aplicações que vão desde prédios imunes a terremotos até aparatos médicos microscópicos.

Ainda sem nome comercial, o material foi criado por físicos da Universidade Tohoku, em Sendai, no Japão. Para fazer o composto, usaram como base o ferro e o misturaram com níquel, cobalto, alumínio e tântalo, produzindo uma estrutura cristalina complexa.

O material obtido é quase duas vezes mais flexível que o nitinol - liga metálica de titânio e níquel que é a mais elástica até agora -, além de ser um pouco mais forte.

As propriedades da nova liga, à qual os físicos se referem como tendo "memória de formato", estão descritos em estudo na revista "Science".

clique na imagem para visualizá-la melhor
Aplicações

Cientistas já especulam o que podem fazer com sua nova liga de ferro, batizada provisoriamente com a sigla NCATB. Uma aplicação quase certa será a produção de "stents", os tubos de armação de arame que cirurgiões usam para restaurar vasos sanguíneos flácidos e deteriorados.

"Hoje, os stents cardíacos são instalados com o uso de níquel-titânio, mas o diâmetro da armação é grande demais para entrar em vasos do cérebro", afirma Toshihiro Omori, um dos autores do estudo sobre o material. "A solução para isso será a liga de ferro [NCATB]."

O cientista também aposta no material como um produto útil na construção civil. "Quando um prédio fosse deformado por um terremoto, uma liga superelástica poderia devolvê-lo à sua forma normal", diz.

Segundo os pesquisadores, a NCATB também possui propriedades magnéticas únicas para uma liga metálica superelástica, a que a torna candidata a uso em dispositivos especiais de geração de energia, como recarregadores de bateria que produzem eletricidade a partir do movimento do corpo.

Apesar de promissor, porém, o material ainda precisa superar "vários desafios técnicos e econômicos" antes de ser comercializado, diz Ji Ma, físico da Universidade A&M do Texas que comenta o estudo dos japoneses. "Felizmente, há mais maneiras de otimizar essa liga".

domingo, 21 de março de 2010

Fertilização de oceanos com ferro pelo clima prejudica ecossistema, alerta estudo

da Folha online

A fertilização dos oceanos com ferro foi proposta como uma forma de enfrentar as mudanças climáticas.

A ideia é de que o ferro promove o crescimento do fitoplâncton, que remove o dióxido de carbono da atmosfera através da fotossíntese. Quando o fitoplâncton morre e afunda, o carbono é isolado no fundo do oceano.

O entusiasmo com a ideia vem diminuindo, em parte devido à preocupação com a manipulação em larga escala dos ecossistemas marítimos.

Um estudo recente, publicado na revista científica "The Proceedings of the National Academy of Sciences" aponta para um risco específico: com a promoção do crescimento de certos organismos, o enriquecimento do ferro pode resultar na produção de uma neurotoxina, o que traria prejuízos ao meio ambiente.

Charles G. Trick e sua equipe, da Universidade Western Ontario, estudaram várias espécies de diatomáceas (organismos unicelulares) do gênero Pseudo-nitzschia.

Tóxico

Estes organismos produzem ácido domoico --aminoácido raro--, utilizado para ajudar no crescimento. Porém, este ácido é tóxico para muitos organismos, inclusive mamíferos aquáticos e seres humanos.

As grandes florescências de Pseudo-nitzschia nas águas costeiras causaram o envenenamento de leões marinhos que se alimentam de moluscos contaminados.

Alguns estudos haviam sugerido que, no meio do oceano, as diatomáceas não produzem a toxina. Mas Trick disse que o trabalho de sua equipe prova que essas pesquisas anteriores estavam incorretas.

As Pseudo-nitzschia colhidas no meio do oceano e sujeitas às experiências a bordo do barco de pesquisas produziram uma grande quantidade de ácido domoico. "Descobrimos que há muita toxina lá", disse ele. "Caso semeássemos com ferro, a quantidade de toxina aumentaria."

Os pesquisadores encontraram provas de que o aumento da produção de ácido domoico permitiu que as Pseudo-nitzschia invadissem outros fitoplânctons. "É mais tóxico do que antes e está presente em maior quantidade", afirmou Trick.



domingo, 14 de março de 2010

IBM projeta plástico biodegradável à base de vegetais

Pesquisadores da IBM anunciaram nesta terça-feira (9) a descoberta de uma forma de fabricar plástico a partir de plantas para substituir produtos à base de petróleo que prejudicam o ambiente.

A empresa promete a obtenção de um plástico biodegradável fabricado de tal maneira que permita economizar energia, segundo Chandrasekhar "Spike" Narayan, diretor de Ciência e Tecnologia do Centro de Pesquisas da IBM em Almaden, no norte da Califórnia.

Pesquisadores das universidades de Almaden e Stanford ressaltaram que seus resultados anunciavam o início de uma era de sustentabilidade para a indústria do plástico, com "produtos quase eternos que não encherão as lixeiras em todo o mundo".

"Esta descoberta e este novo enfoque por meio do uso de catalisadores orgânicos poderão nos permitir obter moléculas bem definidas e biodegradáveis a partir de fontes renováveis de uma maneira responsável" para com o ambiente, ressaltou a IBM em um comunicado.

A descoberta da "química verde" com "catalisadores orgânicos" permite obter um plástico reciclável várias vezes, em vez de apenas uma, como ocorre com o fabricado por meio do uso de catalisadores de óxido de metal.

Medicina

Esses "plásticos verdes" poderão também servir para aperfeiçoar tratamentos médicos, como o tratamento contra o câncer, destinado a eliminar as células malignas sem afetar as sãs.

"Estamos explorando novas formas de aplicar a tecnologia e nossa perícia em ciências de materiais para criar um sólido futuro sustentável para o ambiente", afirmou o diretor do laboratório de pesquisas, Almaden Cheng.

A IBM trabalha com cientistas na "Cidade saudita para a Ciência e a Tecnologia" de King Abdul Aziz para pôr em prática a descoberta.

"Estamos começando a estudar a variedade de coisas que podemos fazer com isso", ressaltou Narayan.

Os resultados do trabalho foram publicados nesta semana na revista "American Chemical Society's Macromolecules".

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Cientista cria etanol à base de casca de fruta e jornal

Da Folha Online

Da As cascas de frutas, sobretudo de laranja, e o papel jornal poderiam ser usados na produção de álcool combustível (etanol), revelou um estudo publicado nesta quinta-feira (18) pelo periódico "Plant Biotechnology Journal".

Esse tipo de combustível do futuro é mais limpo que o etanol derivado do milho, que, por sua vez, é menos poluente que a gasolina, segundo as pesquisas de Henry Daniell, cientista da Universidade Central da Flórida.

Segundo Daniell, com o álcool à base de frutas e papel, seria possível "proteger o ar e o ambiente das próximas gerações".

A tecnologia para a produção do combustível, desenvolvida com financiamento do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, utiliza uma combinação de enzimas para transformar as cascas de laranja e outros materiais residuais em açúcar, que é fermentado para sua conversão em etanol.

Esse álcool combustível, segundo o artigo publicado, produz menos gases estufa que a gasolina ou a energia elétrica.

Material abundante

Como os resíduos usados no processo são abundantes, a produção do etanol de frutas e jornal não comprometeria a de alimentos nem provocaria um aumento nos preços destes.

Só na Flórida, segundo Daniell, seria possível produzir 200 milhões de galões (1 galão = 3,75 litros) de etanol a cada ano a partir de cascas de laranja.

O cientista esclarece que, apesar das conclusões do estudo, são necessárias mais pesquisas até o trabalho desenvolvido em laboratório chegar à indústria.

No entanto, outros cientistas que fazem pesquisas sobre biocombustíveis disseram que os resultados obtidos por Daniell são promissores.

"Trata-se de uma grande conquista", declarou Mariam Sticklen, professora de ciências da Universidade de Michigan.

Em 2008, Sticklen recebeu um prêmio internacional pelo estudo sobre uma enzima do estômago das vacas que poderia ajudar a transformar a planta do milho em combustível.


terça-feira, 17 de novembro de 2009

Provas: Fuvest 2006 e 2005 - 1a Fase

Owa...
Abaixo os links para as questões de Química da primeira fase da Fuvest 2006 e 2005:

Fuvest 2006 / Gabarito

Fuvest 2005 / Gabarito

Bons estudos e boa sorte no domingo (22/11)!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Provas: Unifesp 2008

Ae...
Abaixo o link para as questões Química da prova de conhecimentos gerais da Unifesp 2008:

Unifesp 2008 - CGerais

Gabarito

Valeu!

domingo, 8 de novembro de 2009

Provas: Fuvest 2007 - 1a Fase

Ô...
Abaixo o link para a prova de Química da primeira fase da Fuvest 2007:

Fuvest 2007 - 1a Fase

Gabarito

Isso ae...

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Molécula misteriosa

Em 1970, o químico inglês Harold Kroto começou a pesquisar a composição da atmosfera das estrelas vermelhas. Ele queria identificar uma classe de compostos de carbono que só poderia existir nesses astros. Durante a investigação, surgiram indícios de uma molécula desconhecida, mas Kroto ignorou-a. Em 1985, ele se uniu a um time de cientistas americanos para tentar fabricar em laboratório os agregados de carbono. Conseguiram sintetizar as cadeias simples que haviam sido detectadas nas estrelas, mas, novamente, se depararam com a molécula misteriosa. Aí, prestaram atenção.

Fulereno

Depois de analisá-la, concluíram que se tratava do fulereno, uma nova forma alotrópica de carbono. A molécula, parecida com uma minúscula bola de futebol, deu o Nobel de Química de 1996 aos seus descobridores. Hoje, ela é a promessa para as pesquisas de supercondutores e ligas de carbono ultra-resistentes.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

De susto em susto...

Em 1845, o químico alemão Christian Friederic Schöbein (1799-1868) derramou acidentalmente uma mistura de ácidos nítrico e sulfúrico na mesa da sua cozinha. Usou um avental para limpar a sujeira e pendurou-o sobre o fogão, para secar. Quando o tecido estava quase seco, houve uma pequena explosão. Schöbein examinou o material e percebeu que a mistura de ácidos formara uma nova e instável substância, a nitrocelulose.

Trinitrocelulose

Anunciou sua fórmula, mas não soube o que fazer com ela. Dois anos depois, o químico italiano Ascanio Sobrero (1812-1888) combinou a mistura com glicerina e produziu um novo composto, a nitroglicerina.

Nitroglicerina

Sem se dar conta da sua periculosidade, resolveu aquecê-lo num tubo de ensaio. O tubo voou pelos ares numa explosão forte o bastante para convencer Sobrero a abandonar as experiências. De susto em susto, vinte anos depois, em 1867, o químico sueco Alfred Nobel (1833-1869) finalmente patenteou uma forma mais segura de nitroglicerina, em bastões − a dinamite.

Alfred Nobel

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Alívio para as dores...

A eficácia da aspirina, a droga feita de ácido acetilsalicílico, que é o antitérmico e analgésico mais popular do mundo, foi descoberta por acaso.

Ácido acetilsalicílico

Em 1870, químicos da companhia Bayer, na Alemanha, sintetizaram o ácido salicílico para usá-lo como anti-séptico, pois dentro do organismo humano ele produz fenol, que esteriliza as bactérias. Aos poucos, entretanto, deram-se conta de que, além de combater infecções, o ácido diminuía a febre e as dores dos pacientes, embora causando forte mal-estar no estômago. Ninguém deu importância ao fato até outra coincidência acontecer.

Em Munique, o químico da Bayer Felix Hoffmann (1868-1946), que estava aflito com as dores reumáticas do pai, prestou atenção e resolveu pesquisar. Viu que, agregando o grupo acetil, facilitador da ação do ácido, eliminava a febre e as dores mais rapidamente e diminuía os efeitos colaterais.

Felix Hoffmann

Com o grupo acetil, seu pai melhorou da noite para o dia. Em 1899, Hoffmann registrou em seu diário a fórmula pura da aspirina. Ela alivia dores de cabeça e febres até hoje.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Anatomia molecular

Molécula individual é fotografada por cientistas

Uma molécula foi fotografada individualmente pela primeira vez por um microscópio de força atômica.

Cientistas do laboratório da IBM em Zurique, na Suíça, divulgaram o estudo na revista “Science” na quinta-feira (27/08), que representa um marco no que se refere aos campos da eletrônica molecular e da nanotecnologia. Desenvolvimentos como esse podem contribuir para a melhoria da tecnologia de dispositivos eletrônicos.

A molécula de pentaceno (C22H14) "fotografada" pelos cientistas

A técnica supera um dos desafios em escala nanométrica: moléculas individuais apresentam grande fragilidade, o que torna a sua “pose para a foto” um entrave tecnológico.

Os desenvolvimentos tecnológicos da área permitem o aumento do desempenho de dispositivos eletrônicos como computadores, celulares, a partir da redução do seu tamanho.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Aspirina reduz o risco de morte por câncer colorretal

A revista especializada "Journal of the American Medical Association" publicou na terça-feira (11/08) um estudo sobre a redução do risco de morte em pacientes com câncer colorretal através do consumo regular de aspirina (ácido acetilsalicílico).

ácido acetilsalicílico
(ácido 2-acetoxibenzóico)

O câncer colorretal ocorre no intestino grosso e pode comprometer outros órgãos. É um dos tipos de câncer mais frequentes e está associado à dieta com baixa ingestão de fibras e rica em gorduras.

Sabia-se que a aspirina tem a capacidade de prevenir o desenvolvimento tumoral. A novidade fica por conta do fato de que ela pode ajudar na sobrevivência de pacientes que já desenvolveram tumores no intestino.

Sabe-se também que a aspirina, além de ser um analgésico, tem efeitos anti-inflamatórios, antipiréticos e anticoagulantes.

domingo, 14 de junho de 2009

Reduzindo tensões!!!




Olha ae a galera do COC Leme reduzindo tensões!!!

domingo, 24 de maio de 2009

O poder da Tensão superficial da água!!!

O que as ligações de hidrogênio são capazes de proporcionar...

Por Tati - 1M COC-Araras

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Substância da maconha atua contra tumores cerebrais

A universidade Complutense de Madri publicou, no início do mês, no "Journal of Clinical Investigation" que o principal componente da maconha, o tetrahidrocanabinol (THC), pode reduzir ou até mesmo destruir células cancerígenas do tecido cerebral de ratos e também em humanos.

Tetraidrocanabinol
Os resultados foram obtidos através da injeção de THC em ratos afetados por tumores cancerígenos humanos desenvolvidos até o tamanho de 250 mm3.

Segundo os pesquisadores do departamento de bioquímica da Universidade de Madri, "a administração do THC reduziu em mais de 80% o crescimento de tumores derivados de diferentes tipos de células".

Tetraidrocanabinol
A análise das biópsias realizadas antes e após o tratamento de dois pacientes com câncer no cérebro com injeção intracraniana de THC de 26 a 30 dias mostrou “um processo de morte de células por autofagia”.

domingo, 12 de abril de 2009

Caricaturaaa

Olha o que o povo do curso Med de São Carlos fez:


Tá parecido???

terça-feira, 24 de março de 2009

O Mundo de Beakman

O Mundo de Beakman foi uma série de TV educativa estrelada pelo ator norte-americano Paul Zaloom no papel do Professor Beakman. No programa Beakman lia cartas de "telespectadores" fictícios, o que era o gancho para a realização de experiências (que ensinava como reproduzi-las em casa) e a abordagem divertida de conceitos científicos.

Em algumas aulas os vídeos da série são extremamente úteis, já que constituem uma abordagem audiovisual interessante para complementar os conceitos que já são trabalhados no conteúdo programático das escolas.

segunda-feira, 23 de março de 2009

E falando em sódio...

Abaixo segue um vídeo que mostra a reatividade do sódio metálico com a água...



;)

Brasileiro consome o dobro do sódio indicado pela OMS

De acordo com uma pesquisa realizada na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e publicada neste mês na "Revista de Saúde Pública", o consumo diário de sódio pela população brasileira é duas vezes e meia superior ao limite estabelecido pela OMS. A maior parte do sódio consumido (cerca de 76%) vem dos temperos, o que inclui o cloreto de sódio e condimentos feitos a base do mesmo.

A OMS recomenda que a quantidade de sódio ingerida diariamente não exceda 2 g. A pesquisa revelou que a dieta do brasileiro inclui, em média, 4,5 g de sódio. A pesquisa também concluiu que o consumo exagerado não depende da faixa de renda das famílias analisadas e da região do país em que elas moram.

O sódio é responsável pela regulação do volume dos líquidos no corpo, evitando a desidratação. Sua ingestão em excesso pode causar problemas de saúde de maneira silenciosa, sendo que os sintomas podem demorar anos para aparecerem.

"Se o sódio estiver em excesso no organismo, os rins não conseguirão eliminá-lo. Assim, ele vai provocar retenção de água e aumentar a pressão arterial, causando problemas cardiovasculares e renais. Ele não causa efeitos imediatos, mas traz problemas a longo prazo", diz João César Castro Soares, endocrinologista e nutrólogo da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

"A adição de sódio nos alimentos está muito relacionada com o paladar dos brasileiros, pois ajuda a acentuar o sabor. Dois pedaços de pizza congelada, por exemplo, contêm a quantidade de sódio suficiente para um dia todo", diz Soares.

A redução no consumo do sódio é importante para a manutenção da boa saúde. Evitar alimentos industrializados, bem como não salgar a comida, são medidas importantes para a sua redução e consequente prevenção de futuras enfermidades.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Cientistas criam bateria de lítio que recarrega em 10 segundos

Cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) inventaram uma bateria a base de lítio que é capaz de armazenar e gerar uma maior quantidade de energia que as atuais, podendo ainda ser recarregada em apenas dez segundos.

As baterias de lítio atualmente oferecem um bom rendimento energético, porém seu ponto fraco é a baixa potência oferecida em determinados momentos nos quais, por qualquer motivo, é necessária uma carga extra. Tal fato está relacionado com a lentidão na circulação de íons e elétrons do lítio.

Os cientistas Byoungwoo Kang e Gerbrand Ceder, para melhorar o rendimento das baterias, projetaram novos canais responsáveis pelo transporte de energia de um lado a outro da pilha, o que pode aumentar a velocidade de deslocamento dos íons e elétrons do lítio.

Em sua pesquisa utilizaram como base o composto LiFePO4, usado frequentemente na fabricação de baterias. Cobriram o mesmo com uma mistura de ferro, fósforo, oxigênio e aqueceram o material, o que permitiu o aumento na velocidade de deslocamento.

Este aumento de velocidade pode fazer com que a recarga de uma bateria utilizando a nova técnica possa ser realizada entre dez e vinte segundos.

Imagine não precisar mais ficar esperando o seu celular carregar. Certamente esta nova tecnologia terá muitas aplicações que poderão mudar, inclusive, muitos de nossos hábitos.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Gás de enxofre desponta como possível rival do Viagra

O gás sulfídrico (H2S – sulfeto de hidrogênio), que apresenta cheiro de ovo podre e é mais conhecido como um poluente, mostrou-se útil na promoção da ereção de ratos e tecidos humanos em laboratório. A substância também tem papel na regulação de músculos que controlam a circulação sanguínea no pênis.

O trabalho foi liderado por Louis Ignarro, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, e Giuseppe Cirino, da Universidade de Nápoles e publicado no dia três de março na revista “PNAS”. Ignarro ganhou o Nobel de Medicina de 1998 pelas suas pesquisas com sinalização celular com o óxido nítrico – mecanismo sobre o qual o Viagra atua.


O aminoácido cisteína, através de enzimas localizadas no tecido do pênis, dá origem ao H2S. Em humanos, tal gás é responsável pela vasodilatação do corpo cavernoso, região do pênis que se enche de sangue durante a ereção.


Homens que haviam feito cirurgia para mudança de sexo doaram seus tecidos penianos para a realização dos experimentos que demonstraram os efeitos observados pelos pesquisadores. Ainda há dúvidas entre os pesquisadores se a nova técnica propiciará um novo tratamento comparado ao Viagra para a disfunção erétil, visto que a enzima inibida pelo Viagra é abundante no corpo cavernoso.